Desafio da Natureza Urbana 2021: Brasília e Região, Brasil's Journal

May 04, 2021

Identificando observações no iNaturalist (Windows)


Use os sinais > e < na linha de base para movimentar os slides.

Posted on May 04, 2021 21:48 by douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comments | Leave a comment

April 25, 2021

Lagartas urticantes


Use os sinais "maior" e "menor" na linha de base para movimentar os slides.

Posted on April 25, 2021 14:46 by douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comments | Leave a comment

April 06, 2021

April 04, 2021

Lagartas de lepidópteros - Predação e defesa

Algumas referências bibliográficas, científicas ou não

Segundo o Dicionário Houaiss, o termo lagarta corresponde à “primeira fase dos insetos lepidópteros até a metamorfose em crisálida”. A wikipedida fornece algumas definições e explanações importantes, inclusive sobre os diversos mecanismos de defesa destes insetos, neste estágio de vida.

Em sua tese de doutorado, Neuza Aparecida Pereira da Silva avalia a Diversidade e variação na abundância de recursos e biologia de imaturos de Eumaeini (Lycaenidae, Theclinae) em plantas do Cerrado. No Capítulo II ela aponta que essas lagartas são solitárias, com o corpo sem cerdas longas ou pontiagudas, se alimentando de “botões, flores e eventualmente de folhas e frutos”, tendendo a se camuflarem na planta hospedeira. Algumas espécies apresentam comportamento de troca (simbiose) com formigas, consistindo basicamente no fornecimento, pelas lagartas, de “recompensas calóricas” em troca de proteção. Entre outras estratégias de defesa apresentadas por certas espécies nesta tribo, está a de saltar pendurando-se em um fio de seda. Um tipo de "bungee jumping" animal.

Outra pesquisadora egressa da UnB – Universidade de Brasília – é Cintia Lepesqueur, co-autora juntamente com Laura Braga, Ivone Diniz, Neuza Silva e Helena Morais, do livro Lagartas do Cerrado, um guia de campo obrigatório para interessados no assunto. O guia apresenta características, comportamentos, dietas, plantas hospedeiras, abundância relativa e distribuição temporal, além de fotos das fases larvais e adulta de 26 famílias de lepidópteros.

Entre as muitas táticas de defesa das lagartas, vale ressaltar, como curiosidade, a dos bichos-do-cesto (Psychidae) que se equivalem, de certo modo, a caranguejos-ermitões terrestes, mas que constroem o seu próprio abrigo com seda e fragmentos da planta onde se hospedam. Também merece destaque, por suas propiedades urticantes, as lagartas-cachorrinho (Megalopygidae), entre outras famílias, conforme consta do Manual de Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos da FUNASA – Fundação Nacional de Saúde/MS.

Identificando lagartas, pupas e ovos

Uma boa estratégia para se identificar lagartas corretamente é acessar a página de informações sobre taxa do iNat, especialmente se se sabe a qual grupo (superfamília, família, tribo ou gênero) o organismo pertence. Funciona para qualquer nível taxonômico mas taxas anteriores à “Família” podem retornar um volume de observações excessivo para uma boa comparação visual. Clique no símbolo “>” na barra inferior esquerda da imagem abaixo para ver outros slides.

Finalmente, o livro Mariposas Polinizadoras do Cerrado, de José Amabílio Camargo, publicado pelo EMBRAPA Cerrados, é fonte de informações preciosas sobre a família Sphingidae (adultos). Não consegui localizar pontos de venda mas pode-se baixá-lo em arquivo pdf.

Posted on April 04, 2021 16:41 by douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comments | Leave a comment

March 18, 2021

Mimetismo e camuflagem em Mariposas

Mimetismo

Jadranka Rota e David L. Wagner conduziram um estudo (em inglês) que demonstra a ocorrência de mimetismo em mariposas do gênero Brenthia. O resumo do trabalho informa: “… relatamos evidências de um caso de mimetismo em que mariposas metalmark do gênero Brenthia imitam aranhas saltadoras, um de seus predadores. Em testes controlados, Brenthia teve taxas de sobrevivência mais altas do que outras mariposas de tamanho semelhante na presença de aranhas saltadoras e estas responderam à Brenthia com exibições territoriais, indicando que eram, às vezes, confundidas com aranhas saltadoras em vez de serem reconhecidas como presas...”

Um cientista brasileiro, Felipe Amorim, biólogo e professor de ecologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), propôs uma nova hipótese de mimetismo além das quatro aceitas atualmente.

Ele estudou a relação entre polinização no Cerrado e mariposas esfingídeas do gênero Aellopos (como esta A. Titan em foto de Carlos A. S. Correia). Felipe verificou a semelhança entre essas e beija-flores, especialmente do gênero Lophornis (na imagem, um L. Chalybeus fotografado por Ben Tavener), findando por publicar, em 2020, este artigo (em inglês). A nova hipótese seria, então, um tipo de mimetismo onde uma espécie imita uma outra sem relação direta com ela afim de se proteger dos seus predadores naturais (aves insetívoras, neste caso, que confundem a mariposa (reino Insecta) com outra ave (reino Animalia).

Existem muitos outros casos de mimetismo envolvendo alterações morfológicas externas em mariposas. Lagartas da espécie Eumorpha labruscae se parecem com cobras. Também já foi identificado um tipo de mimetismo acústico onde algumas espécies de mariposas-tigre desenvolveram a capacidade de “informar” a certos morcegos insetívoros que não são palatáveis.

Camuflagem

Por outro lado, um sem número de espécies de mariposas adotam a camuflagem como forma de proteção contra predadores. Muitas se parecem com troncos, galhos, folhas verdes ou secas. Algumas têm olhos desenhados nas asas o que as torna “parecidas” com corujas aos olhos dos seus predadores.

Comportamento evasivo

Muitas mariposas possuem o corportamento peculiar de fugir de predadores ou de perturbações ambientais voando e pousando na parte de baixo de folhas. As do gênero Herpetogramma, geralmente minúsculas, frequentam gramados de todo e qualquer jardim, sendo exímias em se esconder por trás das folhas estreitas das gramíneas

Abaixo alguns exemplares deste grupo taxonômico.

Posted on March 18, 2021 12:50 by douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comments | Leave a comment

March 15, 2021

Lepidópteros - Espécies miméticas ou visualmente similares

O iNaturalist tem um volume significativo de observações erroneamente identificadas. Como é uma comunidade composta por pessoas com variados graus de conhecimento e, também, por ser um sistema baseado principalmente em registros fotográficos, é frequente a ocorrência de tais erros. Adicionalmente, muitas espécies são morfologicamente parecidas e confundem os observadores e identificadores.

Uma outra causa vem do próprio software de reconhecimento “visual” do iNat (Inteligência Artificial) que não considera, ainda, a região geográfica da observação na filtragem das espécies de ocorrência potencial. O mecanismo de sugestão de espécies, além disso, quando “reconhece” algo, afirma “ter certeza” de ser um táxon determinado. Assim, é desejável que os usuários pesquisem no próprio iNat ou em fontes externas se a espécie sugerida realmente está presente no Estado ou no bioma onde o “ser” foi observado.

Entre os lepidópteros – e outros grupos taxonômicos - ocorrem muitos casos de aparente similaridade morfológica ou de mimetismo. Este último é uma estratégia evolutiva bem descrita por este artigo wikipedia.

Neste boletim apresentarei algumas espécies de ninfalídeos e papilionídeos que, em função de características morfológicas, confundem usuários com olhos “menos treinados”.

O título das imagens abaixo pode ser clicado e mostrará dados adicionais sobre a espécie na página do táxon no iNaturalist (mapa de distribuição, classificação taxonômica, outras espécies similares, etc). Altere o filtro da localidade e o mapa mostrará as observações na área selecionada. Clicando sobre a imagem, todas as observações existentes na base dados do iNaturalist para o Cerrado serão apresentadas, quer estejam em Grau de Pesquisa ou ainda necessitem de identificação/confirmação. Nos comparativos entre espécies, miméticas ou não, a abrangência geográfica poderá ser o Brasil, caso envolva espécies de biomas diferentes.

Para simplificar, considerarei os grupos seguintes como sendo de "padrão mimético", ainda que, rigorosamente falando, possam não ser formados por uma espécie "modelo" e uma ou mais borboletas "mímicas".

Espécies do padrão mimético "besckei"

Heliconius besckei

Distribuição: Bahia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e em toda a Região Sul até o norte da Argentina.

Heliconius erato phyllis

Distribuição: desde o México até a Argentina.

Eresia lansdorfi

Distribuição: Brasil, nordeste da Argentina, Paraguai, Uruguai e Peru.

Espécies do padrão mimético "ethilla"

Heliconius ethilla narcaea

Distribuição: entre Alagoas e o Rio Grande do Sul até o Paraguai.

Mechanitis polymnia casabranca

Distribuição: centro, sudeste e sul do Brasil.

Mechanitis lysimnia lysimnia

Distribuição: sul do México até o Uruguai.

Placidina euryanassa

Distribuição: sudeste do Brasil até o Uruguai e nordeste da Argentina.

Espécies do padrão mimético "Danaus"

Danaus erippus

Distribuição: Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina, Bolívia, Chile e sul do Peru.

Danaus gilippus

Distribuição: sul dos EUA, América Central, América do Sul, trópicos e regiões temperadas da África e Asia.

Danaus plexippus

Distribuição: Nativas da América do Norte e do Sul, têm ampla distribuição nas Américas e também foram reportadas na Nova Zelândia e Austrália. No Brasil estão presentes nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Limenitis archippus

Distribuição: EUA e partes do Canadá e México.

Espécies do padrão mimético "Ithomiine"

Gênero Ithomia

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Gênero Oleria

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Gênero Aeria

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Gênero Napeogenes

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

Siderone galanthis X Callicore sorana

Distribuição S. galanthis: Brasil, Colombia, Cuba, México, Hispaniola (Ilha de São Domingos), Suriname, Trinidade e Tobago.

Distribuição C. sorana: Caatinga, Cerrado e da Bolívia até a Argentina.

Papilio anchisiades X Parides anchises

Distribuição P. anchisiades: Desde o sul do Texas, EUA até a Argentina.

Distribuição P. anchises: Sul do México, Panamá, norte da Colômbia, do oeste da Venezuela até Trinidade descendo até o Brasil central e Paraguai.

Espécies Actinote

Gênero Actinote

Distribuição: Ver mapa de ocorrências registradas no SIBBR

O gênero Actinote tem várias espécies bastante similares entre si. Vale citar: A.pellenea, A. carycina, A. discrepans e A. melanisans, entre outras. Nem todas ocorrem no Cerrado mas, clicando na imagem abaixo, um quadro geral das espécies citadas será mostrado para o Brasil, permitindo a comparação entre elas. Não pude fazer isto diretamente neste artigo por falta de imagens próprias e/ou licenciadas por Creative Commons para as duas últimas espécies.

Actinote parapheles

Distribuição A. parapheles: Distrito Federal, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Paraguai.

Actinote pellenea X Actinote carycina

Distribuição A. pellenea: Bahia, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo.

Distribuição A. carycina: Distrito Federal, Espirito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grand do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Paraguai e Argentina.

Vários padrões miméticos de outras famílias de Lepidópteros não foram apresentados aqui, inclusive em outros estágios de vida. No entanto, este artigo já está muito longo e, oportunamente, escreverei outros abordando Pieridae, Hesperidae, Nymphalidae e mariposas, além de lagartas.

Não sendo um especialista em nenhum dos assuntos aqui tratados, peço a colaboração da comunidade (críticas, sugestões, ideias, fontes, autorizações para uso de imagens, etc) para dar continuidade na escrita de artigos que possam, espero, auxiliar na identificação das espécies observadas.

Posted on March 15, 2021 17:12 by douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comments | Leave a comment

March 09, 2021

Guias de espécies - Nymphalidae - Satyrinae

Subfamília Satyrinae

De acordo com o projeto Tree of Life (em inglês), “Satyrinae agora inclui Morphini, Brassolini e Amathusiini, táxons que anteriormente eram considerados subfamílias ou mesmo famílias por direito próprio. A família é ampla, com representantes que vão do Ártico à Terra do Fogo e ocorrendo em todos os continentes, exceto na Antártica. A preponderância da diversidade é tropical. Todas as sátiras têm larvas com "caudas" bífidas, a maioria se alimentando de monocotiledôneas. Os adultos freqüentemente apresentam manchas oculares grandes na superfície ventral e às vezes dorsal das asas.

A hipótese filogenética mostrada aqui é tem por base o cladograma baseado na sequência de DNA de Peña et al. (2006), e em resultados não publicados (Wahlberg e Brower). As relações dentro e entre as várias tribos e subtribos ainda estão em alto grau de fluxo, embora os resultados recentes mostrem que muitos táxons identificados na última revisão abrangente do grupo (Miller 1968) não são grupos naturais.”

A subfamília é composta por nove tribos e dois gêneros: Amathusiini, Brassolini, Dirini, Elymniini, Haeterini, Melanitini, Morphini, Satyrini, Zetherini e os gêneros Boeberia e Elymniopsis.

As imagens neste boletim são de minha autoria ou estão liceciadas sob Creative Commons conforme o site de busca de imagens em cc. Ao clicar em qualquer foto você será direcionado a um site iNaturalist que apresentará as observações mais recentes desta espécie (e subespécies, se houver), em todo o Cerrado brasileiro. Você pode alterar os filtros e comparar a sua observação com registros de outras regiões, caso queira. Entendo que, ao usar uma pesquisa desenhada pelo site – que é aberto a todos os usuários cadastrados – não estarei infrigindo direitos autorais (Lei 9.610/1998).

Os nomes das tribos na lista abaixo são links para a página geral própria onde se poderá acessar observações, o mapa de distribuição geográfica, a classificação taxonômica, espécies semelhantes e outras informações. O nome da tribo sobre as fotos apresenta todas as observações registradas para o Planalto Central. Clicando sobre as fotografias pode-se ver as observações disponíveis na base de dados iNaturalist para a tribo, nesta região, porém selecionadas por estágio de vida (adulto, larva, pupa e/ou ovo).

Tribos e Gêneros de Satyrinae (Nymphalidae, Papilionoidea) representados neste boletim:

Brassolini

Elymniini

Morphini

Satyrini

Brassolini (Nymphalidae)

Elymniini (Nymphalidae)

Morphini (Nymphalidae)

Satyrini (Nymphalidae)



Posted on March 09, 2021 12:37 by douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comments | Leave a comment

March 08, 2021

Guias de espécies - Nymphalidae - Nymphalinae

Subfamília Nymphalinae

De acordo com o projeto Tree of Life (em inglês), “Nymphalinae compreende cerca de 500 espécies distribuídas ao redor do mundo. Várias espécies do grupo têm sido estudadas intensamente, como Euphydryas, Melitaea, Junonia e Polygonia. A divisão territorial de Nymphalinae tem desfrutado de uma história dinâmica, pois vários autores consideraram vários grupos de espécies para representar a centralidade na subfamília. A circunscrição atual foi parcialmente sugerida por Harvey (1991) e Wahlberg et al. (2005), resultando na inclusão de Coeini na subfamília. As plantas hospedeiras de Nymphalinae estão, principalmente, nas famílias Urticaceae, Asteraceae, Acanthaceae, Plantaginaceae e Scrophulariaceae.

Wahlberg (2006) usou evidências fósseis e dados moleculares para chegar a uma idade de cerca de 65 milhões de anos para a subfamília (sem incluir Coeini, que ainda tem problemas de classificação). Esta idade é surpreendentemente antiga (acredita-se que a idade das borboletas tenha cerca de 70 milhões de anos), mas sugere que o grande evento de extinção na fronteira do Cretáceo / Terciário (mais conhecido pelo ponto no tempo em que os dinossauros foram extintos) teve um efeito significativo na evolução das borboletas."

A subfamília é composta por seis tribos e um gênero: Coeini, Junoniini, Kallimini, Melitaeini, Nymphalini, Victorinini o gênero Prodryas (extinto).

As imagens neste boletim são de minha autoria ou estão liceciadas sob Creative Commons conforme o site de busca de imagens em cc. Ao clicar em qualquer foto você será direcionado a um site iNaturalist que apresentará as observações mais recentes desta espécie (e subespécies, se houver), em todo o Cerrado brasileiro. Você pode alterar os filtros e comparar a sua observação com registros de outras regiões, caso queira. Entendo que, ao usar uma pesquisa desenhada pelo site – que é aberto a todos os usuários cadastrados – não estarei infrigindo direitos autorais (Lei 9.610/1998).

Somente a tribo Kallimini não apresenta ocorrências observadas no iNaturalist, no Planalto Central, até a data de publicação deste boletim. Se pode mudar os filtros de busca em qualquer dos links apresentados, e alcançar qualquer região do planeta a qualquer tempo.

Os nomes das tribos na lista abaixo são links para a página geral própria onde se poderá acessar observações, o mapa de distribuição geográfica, a classificação taxonômica, espécies semelhantes e outras informações. O nome da tribo sobre as fotos apresenta todas as observações registradas para o Planalto Central. Clicando sobre as fotografias pode-se ver as observações disponíveis na base de dados iNaturalist para a tribo, nesta região, porém selecionadas por estágio de vida (adulto, larva, pupa e/ou ovo).

Tribos e Gêneros de Nymphalinae (Nymphalidae, Papilionoidea) representados neste boletim:

Coeini

Junoniini

Kallimini

Melitaeini

Nymphalini

Victorinini

Coeini (Nymphalinae)

(Foto 1 by bayucca, 2 by Allan Hopkins)

Junoniini (Nymphalinae)

Kallimini (Nymphalinae)

(Foto 3 by gailhampshire)

Melitaeini (Nymphalinae)

(Fotos 1 e 2 by chausinho)

Nymphalini (Nymphalinae)

(Foto 3 by Adam J Skowronski)

Victorinini (Heliconiini)

(Foto 3 by José Roberto Peruca)

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Posted on March 08, 2021 19:45 by douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comments | Leave a comment

March 07, 2021

Guias de espécies - Nymphalidae - Limenitidinae

Subfamília Limenitidinae

De acordo com a wikipedia (em inglês), “os Limenitidinae são uma subfamília de borboletas que inclui almirantes e relativos. Os nomes comuns de muitas espécies e gêneros fazem referência a patentes militares ou - nomeadamente os Adoliadini – a títulos de nobreza (por exemplo, conde, duque, barão e marquês), em referência ao grande tamanho destas borboletas, seus padrões ousados e voo arrojado. Em particular, a faixa de luz que atravessa as asas de muitos Limenitidini lembrava, aos autores antigos, as marcas de ombro e dragonas de oficiais (por exemplo, almirante, comandante, comodoro, etc). Em voo, muitas dessas borboletas têm o hábito de bater as asas de um modo que o lado superior – geralmente brilhante - e o lado inferior se alternam para o observador, pois planam por longas distâncias com as asas imóveis estendidas. Os nomes comuns de alguns Limenitidinae, como ‘aviões’ ou ‘planadores’ - referem-se a este padrão de voo".

A subfamília é composta por quatro tribos e três gêneros: Adoliadini, Limenitidini, Neptini, Parthenini, Lamasia, Neurosigma e Patsuia.

Optei por apresentar apenas exemplares do gênero Adelpha, único com registros na América do Sul na base de dados iNaturalist. Clique aqui para ver uma lista de todas as espécies do gênero no Brasil, inclusive espécies ainda não observadas. Se pode mudar os filtros de busca em qualquer dos links apresentados, e alcançar qualquer região do planeta a qualquer tempo.

As imagens neste boletim são de minha autoria ou estão liceciadas sob Creative Commons conforme o site de busca de imagens em cc. Ao clicar em qualquer foto você será direcionado a um site iNaturalist que apresentará as observações mais recentes desta espécie (e subespécies, se houver), em todo o Cerrado brasileiro. Você pode alterar os filtros e comparar a sua observação com registros de outras regiões, caso queira. Entendo que, ao usar uma pesquisa desenhada pelo site – que é aberto a todos os usuários cadastrados – não estarei infrigindo direitos autorais (Lei 9.610/1998).

As duas únicas espécies presentes no Brasil para este gênero são A. cytherea e A. iphiclus

Clicando sobre as fotos apresenta todas as observações registradas para o Planalto Central. Clicando sobre as fotografias pode-se ver as observações disponíveis na base de dados iNaturalist para as subespécies, se estiverem identificadas, nesta região, porém selecionadas por estágio de vida (adulto, larva, pupa e/ou ovo), quando anotado na observação.

A. cytherea

A. iphiclus

(Fotos 1 by Charles J Sharp e 2 by Andrew Neild)

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Posted on March 07, 2021 23:19 by douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comments | Leave a comment

Guias de espécies - Nymphalidae - Libytheinae

Subfamília Libytheinae

Segundo a wikipedia, em inglês, “Libytheinae é uma subfamília de ninfalídeos conhecida como borboletas ‘de focinho’, contendo dois gêneros válidos e cerca de dez espécies: seis em Libythea e quatro em Libytheana. O nome comum se refere aos palpos labiais grossos (pedipalpos) que se parecem com um ‘focinho’ nesta subfamília. Na literatura mais antiga, esse grupo era conhecido como família Libytheidae. Eles são de tamanho médio e normalmente de um marrom monótono. As patas dianteiras são reduzidas em comprimento e as asas posteriores ventrais são cripticamente coloridas para ajudá-las a se misturar com o ambiente. Quando em repouso, os membros desta subfamília mantêm as asas bem fechadas para se assemelharem a folhas mortas”. Entretanto, o iNaturalist reconhece 10 espécies em Libythea (uma extinta) e quatro em Libytheana. Já o projeto Tree of life (em inglês) reconhece quinze espécies, sendo duas extintas.

Optei por apresentar apenas as espécies do gênero Libyheana com ocorrências observadas no iNaturalist, no Planalto Central, até a data de publicação deste boletim. O gênero Libythea não tem ocorrências registradas no iNat para a América do Sul. Pode-se mudar os filtros de busca em qualquer dos links apresentados, e alcançar qualquer região do planeta a qualquer tempo.

As imagens apresentadas neste boletim são de minha autoria ou estão liceciadas sob Creative Commons conforme o site de busca de imagens em cc. Ao clicar em qualquer foto você será direcionado a um site iNaturalist que apresentará as observações mais recentes desta espécie (e subespécies, se houver), em todo o Cerrado brasileiro. Você pode alterar os filtros e comparar a sua observação com registros de outras regiões, caso queira. Entendo que, ao usar uma pesquisa desenhada pelo site – que é aberto a todos os usuários cadastrados – não estarei infrigindo direitos autorais (Lei 9.610/1998).

Os nomes das subtribos e gêneros na lista abaixo são links para a página geral própria onde se poderá acessar observações, o mapa de distribuição geográfica, a classificação taxonômica, espécies semelhantes e outras informações. O nome das espécies sobre as fotos apresenta todas as observações registradas para o Planalto Central. Clicando sobre as fotografias pode-se ver as observações disponíveis na base de dados iNaturalist para a espécie, nesta região, porém selecionadas por estágio de vida (adulto, larva, pupa e/ou ovo).

Espécies de Libytheana (Libytheinae, Nymphalidae) representadas neste boletim:

L. carinenta

L. fulvescens

L. motya

L. terena

Libytheana carinenta

Libytheana fulvescens

(Foto 2 by Andrew Neild e 3 by Charles J Sharp)

Libytheana motya

(Fotos 1 e 2 by CHunt4bf)

Libytheana terena

(Foto 1 by Andrew Neild)

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Posted on March 07, 2021 16:34 by douglas-u-oliveira douglas-u-oliveira | 0 comments | Leave a comment

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